123Vagas
Entrar / Criar conta Vagas
Modalidade
Contratos
Senioridade
Para Empresas Skills Blog
Ferramentas
123Vagas Plus
Entrar como empresa Cadastrar empresa grátis
NA

Analista de suporte a aplicações (n1.5)

Nava Campinas, SP 03/09/2026

Prepare esta candidatura

Veja o match com o seu perfil antes de ir pro site da empresa. Match e alerta grátis; currículo ATS no Plus.

Compartilhar

Presencial CLT Tecnologia 0 visualizações
Arquitetura de aplicações Modelos arquiteturais Fluxo de requisição Conceitos de sessão Servidores web APIs REST e SOAP Observabilidade aplicada Inglês técnico
Ver se você combina

Na Nava , acreditamos no poder da tecnologia para transformar negócios — e estamos com uma oportunidade desafiadora e estratégica esperando por você.

Vem crescer com a gente!

Missão no contexto do CMT

Monitorar a disponibilidade e o desempenho das aplicações e integrações críticas, isolar a camada em que o incidente se manifesta, executar os procedimentos padronizados de verificação e contenção, e escalar ao time de sustentação ou à área mantenedora com diagnóstico e evidências suficientes para acelerar a resolução.

Conhecimentos essenciais:

  • Arquitetura de aplicações
  • Modelos arquiteturais e seus pontos de falha típicos: aplicação monolítica, arquitetura em três camadas, microsserviços e aplicações legadas.
  • Fluxo de uma requisição fim a fim: cliente, balanceador, servidor web, servidor de aplicação, middleware, banco de dados — e capacidade de dizer em qual ponto a requisição está falhando.
  • Conceitos de sessão, cache, pool de conexões e timeout — e como cada um se manifesta como sintoma ao usuário final.
  • Diferença prática entre indisponibilidade total, degradação de desempenho e falha funcional parcial, determinante para a classificação correta de severidade.
  • Ambientes segregados (produção, homologação, desenvolvimento) e a disciplina de não confundir alerta de ambiente não produtivo com incidente crítico.
  • Noções de alta disponibilidade e balanceamento: conceito de nó fora do balanceador, sessão presa e falha em failover.
  • Servidores web e servidores de aplicação
  • Servidores web: Apache HTTP Server, NGINX e Microsoft IIS — verificação de status, leitura de logs de acesso e de erro.
  • Interpretação de códigos de status HTTP com raciocínio diagnóstico: distinguir erro de cliente (4xx) de erro de servidor (5xx), e reconhecer 502, 503 e 504 como sintomas típicos de backend indisponível, sobrecarregado ou lento.
  • Servidores de aplicação: Apache Tomcat, JBoss/WildFly, WebLogic ou WebSphere conforme o ambiente — verificação de status, uso de heap e leitura de logs.
  • Noções de JVM em nível de sintoma: OutOfMemory
  • Error, garbage collection excessivo e thread travada — sem entrar em tuning.
  • Certificados digitais: identificação de expiração de certificado como causa de indisponibilidade — falha recorrente, previsível e evitável por monitoramento.
  • Conceitos de proxy reverso e balanceador de carga, com verificação de nós ativos e health checks.
  • Middleware e integrações
  • Conceito de middleware como camada de integração e seus modos de falha: fila parada, mensagem em erro, conector fora, credencial expirada.
  • Filas e mensageria: conceito de fila, tópico, dead letter queue e acúmulo de mensagens como sintoma de consumidor parado.
  • APIs REST e SOAP: leitura de resposta, identificação de erro de autenticação, de payload e de timeout; uso de ferramentas de teste de endpoint para validação.
  • Autenticação e autorização em integrações: tokens, certificados, chaves e o padrão de falha por expiração de credencial.
  • Processamento em lote (batch): verificação de execução, identificação de job travado ou fora da janela, e impacto em cascata sobre sistemas dependentes.
  • Transferência de arquivos e interfaces por arquivo, ainda frequentes em ambientes de utilities.
  • Observabilidade aplicada a aplicações
  • Dynatrace ou equivalente em nível de leitura: análise de transações, identificação de serviço degradado e navegação em mapas de dependência — competência de alto valor para isolar camada.
  • Splunk ou equivalente para busca em logs centralizados e correlação de eventos entre componentes.
  • Zabbix em nível de leitura de itens de aplicação, triggers e histórico de disponibilidade.
  • Conceitos de APM: tempo de resposta, taxa de erro, throughput e apdex — vocabulário necessário para comunicar degradação de forma objetiva.
  • Correlação temporal entre eventos de aplicação, infraestrutura e mudanças recentes — a primeira pergunta em qualquer incidente de aplicação é o que mudou.

Desejáveis:

  • Formação superior completa em TI ou áreas correlatas.
  • Experiência prévia em suporte a aplicações corporativas em ambiente de missão crítica, preferencialmente com plataformas SAP.
  • Certificação ITIL 4 Foundation.
  • Certificação ou treinamento formal em ferramenta de observabilidade (Dynatrace Associate, Splunk Core Certified User).
  • Noções de SQL para consulta de verificação orientada por playbook, em complemento ao trabalho do analista de banco de dados.
  • Noções de scripting para execução de rotinas de verificação (Power
  • Shell, Bash ou Python).
  • Inglês técnico para leitura de documentação de fabricantes e abertura de chamados junto a fornecedores.
  • Vivência em setor elétrico ou utilities, com compreensão do impacto regulatório de indisponibilidades.
  • O que NÃO se espera desta posição (fronteira com N2/N3 e sustentação):
  • Depuração de código, análise de stack trace em profundidade ou correção de defeito de software.
  • Deploy, rollback ou qualquer alteração em ambiente de produção.
  • Tuning de JVM, ajuste de pool de conexões, dimensionamento de heap ou configuração de servidor de aplicação.
  • Criação ou alteração de integrações, endpoints, filas ou rotinas de batch.
  • Reprocessamento de mensagens em erro ou intervenção em fila de produção sem playbook homologado.
  • Suporte funcional ao usuário sobre regra de negócio da aplicação — competência da área mantenedora.
  • Renovação ou instalação de certificados digitais — a posição identifica a expiração e escala; a substituição segue o processo de mudança.

Se interessou? Candidate-se à vaga e realize sua entrevista técnica com a SophIA:

Código: NAVA-SUPORTEN15

Título e texto são os da empresa. A candidatura é no site da empresa (netvagas.com.br) — daqui você sai preparado. Saiba como funciona.
Publicada em 3 de setembro de 2026

Candidatura no site da empresa · netvagas.com.br

Match · CV